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Thursday, November 11, 2004

Werner Mölders (1913-1941) 

Meio-dia, 23 de novembro de 1941. A Cadeia Nacional de Rádio na Alemanha começa a irradiar as notícias. Enquanto os alemães almoçam em seus apartamentos, cantinas, acampamentos, eles vão ouvindo as principais notícias sobre a guerra. Avanços na Frente Russa, combates no Norte da África, etc... Então, o locutor fez uma breve pausa e falou de forma clara e calma: "O Oberkommando der Wehrmacht anunciou que o General der Jagdflieger, Oberst Mölders, faleceu em um acidente de avião. O acidente ocorreu em uma aeronave que ele não estava pilotando. O Führer ordenou um funeral de Estado para este detentor da mais alta condecoração por bravura, a Cruz de Cavaleiro com Folhas de Carvalho, Espadas e Diamantes."
Todos os que ouviam perderam a respiração. Mölders! Morto! Era simplesmente inconcebível para a popula-ção que ele, o sobrevivente de mais de mil combates aéreos e o maior ás da Alemanha, com 115 vitórias, não mais estava vivo. Mas quem era este piloto que, aos vinte e oito anos de idade, havia sido nomeado para um posto tão alto e recebido tantas condecora-ções? O primeiro piloto de caça da Segunda Guerra Mundial a capturar a imaginação popular na Alemanha, Werner Mölders era um homem tranquilo, sério, católico praticante e um pensador tático, foi o mais jovem Kommodore da Luftwaffe, o primeiro piloto a bater o recorde de 80 vitórias de Manfred von Richthofen (O lendário Barão Vermelho, ás máximo da I Guerra Mun-
dial), o primeiro a alcançar a marca de 100 vitórias e o primeiro homem na Luftwaffe a ser condecorado com os Diamantes da Cruz de Cavaleiro em 17 de julho de 1941.

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