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Wednesday, November 09, 2005

Pilotos que usaram pára-quedas na Primeira Grande Guerra 

O pára-quedas era ainda um utensílio mas desenvolvido na guerra de 1914-1918, e era apenas usado pelo observadores de Balões, que só assim se podiam salvar quando o seu balão era destruído ou se soltava.

Quanto aos aviadores, não usaram páraquedas durante todo o conflito e quando eram abatidos, a única chance de sobrevivência era tentar contreolar o avião e tentar aterrar de forma mais ou menos segura.

A excepção à regra foram os alemães no último ano de guerra. O engenheiro Heinecke desenvolveu um páraquedas apilacdo aos pilotos da força aérea. A filosofia era que um piloto que se salvasse poderia voltar a combater um outro dia, numa altura em que a falta de recursos e de homens se fazia sentir no lado alemão.

Já aos aviadores aliados foi recusado o uso do pára-quedas, por incentivar a um fácil abandono do avião por parte do piloto.

O primeiro aviador a utilizar o páraquedas depois de ser abatido foi o sargento Otto Weimar da esquadrilha de caça 56 , que saltou do seu avião em chamas no dia 1 de Abril de 1918. No entanto o seu pára-quedas não funcionou e Weimer morreu.

No dia 1 de Junho de 1918 os tenetes Paul Billik e Wilhelm Sanit-Mont da esquadrilha de caça 52 foram abatidos. Billik conseguiu aterrar apenas ferido mas Saint-Mont, com o avião em chamas teve de saltar para salvar a vida. O pára-quedas não abriu a tempo e Saint-Mont perdeu a vida.

Finalmente no dia 27 de Junho de 1918 o tenente Helmut Steinbrecher da esqudrilha de caça 46 foi abatido, e slatou de pára-quedas conseguindo que ele se abrisse pouco antes de chegar a terra. Steinbrecher sobreviveu e foi o primeiro piloto a conseguir salvar a vida com um pára-quedas. Conseguiu sobreviver à guerra e tornou-se um ás com 5 aviões inimigos derrubados.

Apenas dois dias depois foi o ás Ernst Udet, da esqudrilha 4 que foi abatido. Ao saltar do seu avião, o seu pára-quedas ficou preso na cauda do aparelho e Udet foi arrastado por segundos até se conseguir soltar. O pára-quedas abriu pouco antes de chegar ao solo, sofrendo Udet apenas um tornozelo torcido. Udet combateu até ao fim da guerra e foi o segundo melhor ás alemão com 62 derrubes.

A partir daqui foram vários os pilotos que tentaram usar o pára-qwuedas, alguns com sucesso outros não.

Dois casos de sucesso in extremis foram, no dia 7 de Outubro de 1918, o tenente Herbert Boy, da esqudrilha 14, que foi abatido e o seu avião ficou em chamas. Boy conseguiu saltar do seu avião mas o seu pára-quedas quando abriu estava a arder. Mesmo assim amparou-lhe a queda entre as tropas aliadas. Boy coi capturado um pouco chamuscado, mas vivo.

Outro caso foi o do tenente Wilhelm Kohlbach da esquadrilha 10. Kohlbach combatia caças norte-americanos sobre a França quando subitamente um deles colidiu propositadamente com o seu Fokker. Os dois aviões caíram fora de controlo, mas Kohlbach conseguiu sair do seu cockpit durante a queda e fazer abrir o seu pára-quedas sobrevivendo à aventura. A mesma sorte não teve o seu adversário o tenente Wilbur White que morreu na colisão.

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